Página 4 - Informativo Fesp iNova - Nº 1 - Janeiro 2012

Aprender brincando é a idéia do projeto de
extensão “Educação em ciências”, desenvolvi-
do pela aluna do curso de Ciências Biológicas
e bolsista Tainá Nunes Santos, sob a orienta-
ção da professora Dr.ª Sônia Lúcia Modesto
Zampieron. Por meio da produção de material
didático, impresso e virtual, o trabalho procura
formas práticas e eficazes que auxiliem de ma-
neira lúdica e prazerosa, crianças e adolescen-
tes na construção do conhecimento. Iniciado
em março de 2011, o projeto tem previsão para
conclusão em dezembro deste ano. Estão sendo
produzidos histórias em quadrinhos, almana-
ques, jogos, vídeos e programas educativos, en-
tre outros. Por meio da busca em livros, sites e
apostilas de Ciências e Biologia, a aluna Tainá
faz a seleção das informações necessárias e as
divide por área de conhecimento, elaborando o
material didático. Segundo a professora Sônia,
o projeto surgiu da percepção e preocupação
com a busca de mecanismos que contribuís-
sem, de fato, para o aprendizado. “Sabemos
que o mundo mudou e, consequentemente,
mudaram também as crianças que hoje chegam
às escolas. Hoje, grande parte delas dispõe de
tecnologias antes nunca sequer imaginadas, o
que obriga as escolas a reverem suas ‘fórmulas’
de ensino-aprendizagem”, explica.
Brinquedos são desenvolvidos para ensinar ciências
Oficinas para pro-
dução de “puffs” a
partir de material
reciclável estão ca-
pacitando
jovens
de baixa renda nos
bairros Coimbras e
Califórnia, em Pas-
sos. O trabalho faz
parte do projeto de
extensão realizado
pela aluna e bolsis-
ta Eloisa Barbosa
Vilela, sob a orien-
tação do professor
Msc. Willian Paulo Graciano. Busca-
se com este projeto, criar um trabalho
social que ajude famílias carentes na
formação e educação de seus jovens. O
projeto também contribui nos aspectos
ambientais, reaproveitando materiais
recicláveis, e oferecendo a possibilida-
de de geração de renda para a comu-
nidade com a fabricação e venda dos
puffs” produzidos.
Durante entrevistas realizadas com
moradores do bairro em 2009, percebeu-
se que grande parte da população passa
por dificuldades financeiras tão severas
que chegam a afetar até necessidades bá-
sicas humanas como vestuário, alimenta-
Fabricação de “puffs” ajuda famílias de baixa renda
ção, educação, saúde e moradia. Diante
de tal diagnóstico buscou-se medidas
ambientais práticas capazes de reduzir es-
tas barreiras sociais” explica o professor
Willian. A previsão é que as atividades se
encerrem em dezembro, mas a proposta
é dar continuidade ao projeto em 2012, a
fim de se complementar o trabalho.